sábado, 10 de outubro de 2015

MERRY  CHRISTMAS EVERYONE !


UM SANTO E FELIZ NATAL PARA TODOS OS MEUS AMIGOS E FAMILIARES !




PINTURAS NA ENTRADA DA NOSSA CASA NA AMORA-PORTUGAL






lAURA & VANESSA EM JAN2015



OS MEUS QUERIDOS NETOS  E A MINHA QUERIDA NETINHA DE CORAÇÃO



MUITOS PARABÉNS PELOS 16 ANOS DE CASADOS, TUDO DE BOM...





AS MINHAS CUNHADAS (OS)  NA NOSSA CASA EM 28JUL2015



OS MEUS FILHOTES E O MEU NETO GABRIEL

sábado, 7 de abril de 2012


        PARA TODOS OS MEUS AMIGOS E FAMILIARES UMA SANTA E FELIZ PÁSCOA


                                                                  DEUS   É  AMOR


                       VAMOS CELEBRAR A PÁSCOA COM MUITO AMOR E ALEGRIA


sexta-feira, 6 de maio de 2011

« L E Ã O ».

ASTROLOGIA



L E Ã O

.

A constelação em que o Sol nascia de 23 de Julho a 22 de Agosto, foi chamada, constelação do Leão. Desde então, dá-se sempre o nome de «« Signo do Leão »» ao período situado entreessas duas datas, porque as pessoa s nascidas no decurso desses trinta dias têm todas um carácter análogo, carácter cujas grandes linhas inspiraram a denominação do signo. Assim, quer essa constelação esteja ainda, na carta do Céu, situada na época de que falámos, ou que, devido à precessão dos equinócios ela se tenha deslocado, desde hámilénios que é conhecida, conserva o mesmo título e colocam-se sob esse mesmo signo as pessoas nascidas entre 23 de Julho e 22 de Agosto. Está-se nessa época do ano, no coração do Verão. A vegetação está, em geral, noseu ponto culminante. É a época da magnificência, da profusão, da maturidade.

SIMBOLISMO E MITOLOGIA DO LEÃO
O astro atribuído ao Leão é o Sol. O Astro está tão bem atribuído ao signo que os dois parecem indissociáveis. O Leão não é o Sol, mas através desta expressão condensada, faz-se bem sentir quão estreito é o laço entre este signo do Zodíaco, e o astro que sobre ele exerce maior influência. Dizer qual é a influência natural do Sol seria supérfluo, ele condiciona toda a vida. Diz-se também que o Sol simboliza, na nossa personalidade, o elemento psíquico, chamado o « Superego », formado pelas experiências que se transmitem de geração em geração. O « Superego» é o director interior de todas as nossas tendências e de todos os nossos pensamentos. O Sol é o Homem que domina o destino, em vez de o sofrer. É o archote, o herói, um modelo que se impõe, apesar de tudo, à humanidade inteira. O Sol é, assim, o cavaleiro de coração puro; o amoroso sentimental; o homem que triunfou sem ajuda e sem cometer o mal; é também o guia, o propagador de um ideal. Na mitologia grega, o Sol é personificado por Apolo, o irmão gémeo de Diana; cada manhã Apolo aparece e cria um novo dia. À noite, retira-se, deixando à irmã Diana, o cuidado de reinar sobre a noite. É por isso que, por vezes, se chama ao Sol, em linguagem poética, o «Carro de Apolo», e é por isso também que Diana é representada com um pequeno crescente de Lua nos cabelos. Apolo, tornado um jovem ardente, ficou um dia intrigado pelo facto de as flechas de Cupido, O Deus do Amor, não terem sempre o mesmo efeito sobre aqueles que eram atingidos: - Tanto provocam atracão, como repulsa.

RETRATO DO NATIVO DO LEÃO

Todos os dados já desenvolvidos, na análise deste nativo, vão intervir agora na descrição do tipo puro do Leão. Actividade antes de tudo O nativo do Leão é, em princípio, e se nada vem contrariar, excepcionalmente, a sua natureza, um ser são. Vê as coisas com naturalidade, com um espírito equilibrado, desligado das estreirezas de um egoísmo, que, para ele, um forte, seria perfeitamente supérfluo: - o egoísmo é bom para os fracos. Não é pois desconfiado, julga os outros, a priori, tão naturais como ele. Como é essencialmente são, ignora as vias tortuosas, as mentiras, as manhas, as desconfianças, as hesitações e a timidez. Se, por circunstâncias particulares, perde este belo equilíbrio, fica perturbado e sente com clareza que esse equilíbrio deve ser imediatamente restabelecido, sob pena de sentir a sua personalidade naufragar. Encontra, aliás, em tal caso, a ajuda necessária de um amigo ou de um parceiro que ame. É portanto, confiante, feliz e sem complicações. Desta certeza inata que tem da sua força, e do seu equilíbrio, resulta nele um ar de autoridade razoável, que se impõe no meio onde vive. Tem uma certa tendência para « apagar » os que se lhe assemelham, a fazer calar aqueles que quereriam contrariá-lo; em resumo, onde quer que esteja, sabe-se que está presente: - Nunca é indiferente, jamais é passivo; estar activo é o principal traço do seu carácter. Isto passa-se a qualquer nível a que se encontre. É preciso pensar nisto, porque, ao ler o retrato de um « Leão », seríamos tentados a dizer : « Mas eles nascem sempre entre as classes dirigentes ?? »» Nascem a todos os níveis, mas elevam-se sempre muitos escalões na sociedade. E mesmo se por excepção, não merecem fazê-lo, fazem-no de outra maneira, que conhecem; agem sempre como se tivessem o poder; é um hábito, em estilo, uma maneira de ser, nem que o « Leão » seja um vagabundo ! Os « Leões » são assim. Na maior parte do tempo, esta superioridade que parece mostrar tacitamente, existe mesmo: - Têm autoridade Raramente ficam na sombra, porque têm justamente esse suplemento de actividade física que os leva a mexer-se, que os coloca sempre à frente dos outros e que os torna notáveis. - Serão eles mesmo superiores aos outros ?? - Na verdade . . . Estamos perante uma personalidade : - Que observa, que reflecte antes de agir e que recorda. - Não suporta ser vencido. Na melhor hipótese evita as competições se não está seguro da vitória. Mas evita-as de longe; não é fácil percebê-lo. Se é vencido, sofre um grave choque psíquico. Conhecedor da sua força, e não sendo de natureza desconfiada.

O « Leão » ataca sempre de frente. Ignora os « Golpes duros », os « Entendimentos » e as manobras subterrâneas.

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

« C A R N E I R O »


A S T R O L O G I A

IDENTIDADE

O ano civil, o do calendário que é actualmente o nosso, começa no primeiro dia do mês de Janeiro.

Esta data, no entanto, nada tem de dinâmica, situando-se no coração de uma estação aparentemente afrouxada em relação a tudo o que vive. Essa vida terrestre retoma, pelo contrário, a sua força e desenvolvimento com a chegada do equinócio da Primavera. Por isso em Astrologia, preferimos referir o 21 de Março para fixar o primeiro dia do ciclo anual das quatro estações. Eis a razão pela qual, no Zodíaco se coloca o signo do Carneiro em primeiro lugar. É mais conforme a Natureza fazer começar o ciclo anual na Primavera, época da germinação das plantas período da renovação geral, em que tudo se conjuga agradavelmente para mostrar aos homens um eterno recomeço da força, da alegria, da beleza, da Luz. Depois das angústias do Inverno, a esperança da felicidade reaparece, cada ano, aureolada de uma oportunidade nova.

É pois no signo do Carneiro que o Sol volta a nascer a 21 de Março, signo em que se manterá até 20 de Abril. Diz-se, daqueles que nasceram entre estas datas, que estão sob a influência do Carneiro. Expressão figurada, mas sumária.

UM JEITO DE SER

O Carneiro simboliza os inícios É o primeiro signo que inaugura a ronda do Sol através do Zodíaco fixo celeste Símbolo do Cordeiro de Deus, do Menino - Deus do cristianismo, representa o frescor, a integridade e a espontaneidade.

O Carneiro quer fertilizar e manifestar a sua força de maneira visível.

Aprendendo a ajustar-se às pressões e à presença do Mundo, pode chegar a realizar muito do que deseja, principalmente se cultivar a persistência de um certo espírito distanciado, pelo menos de vez em quando.

O Carneiro lidera as pessoas naturalmente, mas não porque deseje ser líder, mas sim porque quer o poder para fazer as coisas sem que ninguém faça cobranças. O que significa que o Carneiro aguenta bem a solidão da impopularidade e não precisa de tanto reforço social ou aprovação quanto a outros signos. Assim, torna-se protótipo de herói de qualquer época, que segue o seu trilho solitário e pioneiro, mesmo sob a descrença ou a valia dos outros.

A qualidade do Fogo, que anima o Carneiro, fala muito alto. Não há muita preocupação em saber se a acção é razoável, prudente, prática ou até mesmo eficaz. Lida muito mal com hipocrisias e mentiras e prefere as explosões de raiva de curta duração ao ódio temperado em “ banho maria “ anos a fio.

SIMBOLISMO E MITOLOGIA DO CARNEIRO

Na rota dos Astros, como no comportamento da Natureza sobre a Terra, o ano parece realmente começar a 21 de Março, primeiro dia da Primavera, “ Equinócio da Primavera “, em que a noite é igual ao dia, ponto vernal, base de qualquer observação. O Sol passa, nesse dia, por um ponto preciso, onde a eclíptica corta a linha equatorial. Nesse dia, o Sol, ao passar pelo ponto 0 do Carneiro, deixa o hemisfério austral pelo hemisfério boreal.

A reacção dos seres vivos é alegre, tudo parece querer saltar e correr, aquecer-se e divertir-se. É bem isto o que exprime o símbolo atribuído a este período do ano, esse animal que, na sua infância, ainda cordeiro, é uma bela imagem de alegria saltitante e, que, na vida adulta, é o condutor do rebanho, com um poder natural actuante e arrebatador.

O signo do Carneiro está imediatamente a seguir ao signo dos Peixes, último signo do ano Zodiacal precedente, porque o Zodíaco é um círculo fechado. A renovação segue-se à fusão das neves, como o renascimento da Humanidade se seguiu ao Dilúvio.

Encontramo-nos diante uma imagem que serviu de ponto de partida e de guia a todas as religiões, a todas as tradições e a todas as filosofias.

Nos Hindus, o Deus Criador é representado montado num carneiro.

Existiu, na Pérsia antiga, um Deus com a forma de um carneiro.

No Egipto, o Deus era o Sol, e chamava-se Amon’Rá. Era representado com uma cabeça de carneiro.

Na mística cristã, o Cristo é associado ao cordeiro.

Mas o simbolismo mais interessante é o da mitologia Greco-Romana :

Neptuno, divindade dos mares, teria procriado um carneiro divino, cuja lã era feita de ouro puro.

Redescobrindo esta lenda, vamos saber como é a personalidade dos nativos do signo zodiacal do Carneiro.

Em Tebas reina um soberano chamado Atamas; ele é, simultaneamente, sacerdote de Zeus-Lafístico, o que o leva a celebrar sacrifícios rituais, matando um carneiro sobre o Altar da Divindade.

Atamas tem como esposa uma deusa: Nefele, cujo nome significa « nuvens », de quem tem duas crianças: Hele, dita « A Luminosa », e um rapaz, Prixos, cujo nome quer dizer « O Anelado ».

Ora Atamas, cansado de Nefele, repudia-a, e torna a casar-se com Ino, que, como madrasta clássica, detesta as duas crianças, e, segundo a lenda, procura matá-las.

Depois de provocar uma terrível fome no reino, incita o esposo a consultar um oráculo, que, porque ela o « comprasse » ou lhe deformasse as respostas, interpretando-as, pede o sacrifício de um carneiro chamado « O Anelado ». Prixos sente que a morte o espreita, pois que se chama « O Anelado », e pede socorro a sua mãe Nefele, que se refugiou no Olimpo, junto dos Deuses. Nefele faz surgir uma nuvem, que toma a forma de um carneiro de ouro que vem pôr-se à disposição de Hele e de Prixos.

Toma-os sobre o dorso, entre os anéis do seu velo de oiro, e leva-os para a luz, de facto, até ao Oriente. No decurso da longa viagem pelos ares, Prixos adormece e afrouxa a pressão pela qual retinha a irmã Hele; esta cai, e mergulha no estreito dos Dardanelos, que desde então, se chamará Helesponto, em recordação dela. Chegado à Cólquida, país na Ásia, o carneiro deposita lá Prixos.

Para se instalar na Cólquida, é necessário agradar ao rei desse país, chamado Aetas.

Ora Aetas exige uma oferta de grande valor, e Prixos nada possui « Mata-me diz o carneiro -, pois pertenço-te, e oferece-lhe o meu velo de oiro.”

Esta passagem exprime bem, até que ponto os nativos do Carneiro têm espírito de sacrifício.

Mas exprime também a sua pouca continuidade nas ideias, ao descrever como Prixos deixou cair a irmão ao mar.

Numa palavra, o rei guarda o velo de ouro, e esconde-o num bosque cerrado, guardado por um Dragão que nunca dorme, e Prixos casa com a filha dele.

É este velo de ouro que Jasão procurará com os seus Argonautas.

Veremos, ao traçar o perfil do nativo do Carneiro, que a mitologia nos ajuda muito a compreendê-lo.

RETRATO DO NATIVO DO CARNEIRO

Todos os dados que acabam de ser desenvolvidos quanto ao signo zodiacal do Carneiro e dos seus nativos vão intervir agora na discrição do tipo puro de nativo de Carneiro.

O nativo do Carneiro está impregnado da força primaveril que faz ascender a seiva, e que permite às plantas levantarem pesadas pedras para aceder à luz do Sol. É uma força primitiva, natural, instintiva e irresistível. Com o é que isto s e traduz, nos rapazes e raparigas da nossa complexa sociedade, do nosso Mundo civilizado ?

O « Carneiro » não conhece senão a sua própria vontade. Tem consciência disso desde, a mais tenra idade, e afirma-se como ser individual e único, através da cólera e da violência: o bebé do Carneiro grita no berço, e isso sem que nem sempre se saiba porquê. Tem birras, dizem as mães, inquietas. Não, minhas senhoras, ele afirma-se . Anuncia-se. Toma posse da sua vida própria.

Esta consciência de si, apodera-se dele muito cedo, e isso será o elemento principal do seu carácter de adulto: ele é assim, impõe-se assim aos outros, e, contra os que o não aceitam, encoleriza-se. É dinâmico e dinamizante. É estimulante, mas, por vezes, não se deseja ser estimulado. Acham-no então provocante, mas logo se verifica, vinda a calma, que tinha razão para o ser.

O « Carneiro » é um individualista absoluto; tem confiança em si; quando tem uma ideia remexe céu e terra para a realizar; isso cria no seu meio remoinhos e, até, turbilhões; não se preocupa com isso, certo como está de ter razão, e de que os outros são uns moles. Fala com vivacidade e, se em geral exprime a verdade, di-la com uma tal crueza, com uma tal despreocupação pelas consequências do que diz, que facilmente ganha inimigos. Mas este pormenor é-lhe indiferente; se não decidiu ser ele próprio o inimigo, pode-se contrariá-lo, declara-se indiferente a quaisquer oposições. Não se pode manter com ele discussões calmas e amigáveis, pacíficas e instrutivas. Aquilo que ignora, aprenderá sozinho e quanto ao que sabe, não sente a necessidade de o pôr em causa. Como segue os impulsos com a cabeça baixa, avançando direito ao obstáculo, as discussões, que noutros poderiam prolongar-se amigavelmente, durante horas, num plano abstracto, tomam com ele um tom de realidade tão vivo que a troca de pontos de vista muitas vezes termina numa disputa violenta, da qual se sai indisposto.

Fisicamente, o « Carneiro » é vivo, esperto, rápido, hábil, infatigável. Não tem complicações, e vive da maneira mais directa possível. Aquilo que espantará sempre o seu meio, é a sua recusa em compreender que os outros não façam com ele. « Complicam a Vida », eis uma observação que sai muitas vezes da sua boca.

A psicologia é das que se chamam « Primárias », porque nele é a primeira impressão que conta; reage com uma rapidez surpreendente, mesmo para aqueles que o conhecem bem, e, segundo os factos, as palavras, as atitudes que o chocam, reage com uma vivacidade e uma intensidade tais que deixam o meio surpreendido, espantado, sem compreender e impotente.

Não se interessando senão pelo momento presente, depressa o « Carneiro » esquece as suas reacções. Não guarda rancor, nem ódio, nem muito menos remorsos, tanto mais que não suputa

longamente de antemão actividades complexas, cujos efeitos só se produzem a longo prazo. É-lhe necessário desejar logo ou então desinteressar-se.

É o rei da improvisação. Como tem muito sentido prático, e uma grande rapidez de concepção intelectual, pode ter achados notáveis, nos quais parece mesmo nunca ter pensado; não lhes dá, aliás, um valor por aí além, e espanta-se com a admiração que suscita nos outros. È muitas vezes levado a pensar que os « outros » são excessivamente lentos.

O « Carneiro » é, por instinto, um optimista. Ele, que veio ao Mundo no momento em que a vida acabava de vencer todas as dificuldades do Inverno, como não poderia deixar de sê-lo ? Com a sua espontaneidade, força, vitalidade, vivacidade, seria inconcebível que não estivesse a rebentar de esperança, como um rebento se abre sob o impulso das folhas jovens que contém.

O Zodíaco não mede a inteligência; mas age sobre a qualidade.

A inteligência de um « Carneiro » é sobretudo intuitiva; esta é aliás a condição da rapidez que se acaba de afirmar. Essa intuição leva, de bom grado, o indivíduo para soluções novas, invenções, acções originais, longe dos terrenos batidos.

Este carácter tem dois lados, a medalha tem o seu reverso. Impulsivo, rápido e absoluto, o « Carneiro », para quem tudo é preto ou branco, quase sem matizes intermediários, é muitas vezes vítima da sua irreflexão. É igualmente bastas vezes vítima de uma relativa instabilidade; relativa porque não atinge a psicopatia, mas chega para o fazer abandonar numerosos projectos em vias de execução; aqui, no entanto, a vontade actua muitas vezes, forçando-o a persevar, contra o seu gosto e instinto.

É original, voluntarioso e vivo, portanto indisciplinado; mas sabe comandar e fazer-se obedecer perfeitamente. Resultado: dotado para a carreira das armas, não é um bom subalterno, mas pode tornar-se um oficial com uma brilhante carreira.

ASCENDENTE

Para definir o sentido da palavra « ascendente » nos textos astrológicos é necessário começar por abstrair do sentido geral da palavra.

Quando, em Astrologia, se fala da palavra « ascendente », nem por sombras se pensa nos pais e avós que terão podido transmitir certos traços característicos seus; pensa-se, simplesmente, no signo do Zodíaco que se encontra na linha do horizonte a leste do observador situado, sobre a Terra, no ponto em que o indivíduo nasceu. No momento desse nascimento, o Céu apresentava uma dada configuração; cintura zodiacal, que parece mover-se em volta da Terra, e mostrar, um a um, cada um dos doze signos em 24 horas, estava numa dada posição.

O ascendente define-se, portanto, astrologicamente falando, como o signo do Zodíaco que, no momento de nascimento do indivíduo, e no ponto em que teve lugar esse nascimento, se encontrava em ascensão no horizonte. Quem viu o que é uma Aurora, o nascer do Sol, esse acordar da natureza, esse ímpeto que precede o dia, dá-se conta da importância que pode tomar esse signo ascendente. Ele lança na alma, no espírito do indivíduo, traços de carácter, pulsões, motivações, desejos que modificam claramente o comportamento que recebeu, em princípio, do signo sob o qual nasceu. È por isso que, decifrar a personalidade do indivíduo, o conhecimento do seu ascendente é necessário. È preciso, por consequência, poder determinar, com certa exactidão, a hora de nascimento.


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« C A P R I C Ó N I O »

A S T R O L O G I A

C A P R I C Ó N I O

IDENTIDADE

De 21 de Dezembro a 19 de Janeiro o Sol, cada manhã, nasce no signo do Capricórnio; é o período do ano mais difícil de suportar, pois lá está o Inverno bem instalado e, se os dias começaram a alongar-se, por outro lado, o frio está no seu ponto culminante.

Toda a natureza parece aterrorizada pelo gelo. Onde se escondeu os inumeráveis animais selvagens que animam a Primavera e o Verão ?

O solstício do Capricórnio, mostra-nos, cada ano, a verdade de um adágio francês:

« É quando tudo vai pior que começa a melhorar »

A Natureza prossegue a sua obra contínua, pois jamais alguma coisa pára no decorrer das estações; mas é um trabalho cumprido em segredo, em silêncio, na sombra.

Com ela, o nativo do Capricórnio terá sempre o seu reino secreto.

SIMBOLISMO E MITOLOGIA DO CAPRICÓRNIO

Pode dizer-se que o Capricórnio representa a encarnação do Verbo.

Nota-se, com efeito, que, na tradição cristã, a anunciação a Maria ocorre a 25 de Março, portanto no começo do signo do Carneiro; o nascimento de Cristo tem lugar nove meses depois, a 25 de Dezembro, sob o signo do Capricórnio.

Todas as tradições relativas a este signo estão de acordo em expressar o seu duplo valor e duplo significado. Por um lado, é o resultado da descida da faísca animadora na matéria, que faz de um organismo animal um homem pensante, com uma inteligência e uma alma; por outro lado, situa-se no momento em que se inicia o processo de desencarnação, a fim de que a chama que o anima, desembaraçada da matéria, regresse ao seio do puro espírito.

O duplo carácter do Capricórnio encontra-se no deus Pã, que, na mitologia, representa o simbolismo deste signo.

RETRATO DO NATIVO DE CAPRICÓRNIO

Um « Capricórnio » é, para os nativos dos outros signos, um indivíduo bastante espantoso. Tudo neste signo indica um carácter frio, convencional, calmo e sóbrio tanto de movimentos quanto de palavras, e a realidade parece bem diferente.

Um ser natural.

O que caracteriza, à primeira vista, desde o primeiro encontro, o nativo do Capricórnio, é a sua naturalidade. Não finge. Não é corrente encontrar pessoas que sejam, pura e simplesmente, naturais; fica-se pois perturbado. Então, e porque os clichés, as convenções, as frases feitas já não servem, as pessoas perdem-se, hesitam, não decifram a personalidade desse interlocutor.

Antes do mais, o « Capricórnio » nasceu num período de frio máximo, ou quase, em todo o caso, num período em que a Natureza está morta, imobilizada, para deixar passar o gelo. Parece que, psicologicamente, sobre a influência da estação em que nasce. É um ser que não provoca nem remoinhos nem explosões, em condições normais, num primeiro encontro. É-se-lhe apresentado, ou apresenta-se ele próprio, e está tudo dito no que lhe diz respeito.

É neste estilo que um « Capricórnio » é natural. Não usa de rodeios, nenhuma manha, nenhuma malícia, e porquê ? Porque as manhas, os rodeios, a malícia, são coisas que não lhe interessam.

Fala-se muito do « despojamento » do « Capricórnio ». Nu, como a criança da manjedoura de Belém.

O « Capricórnio » é despojado porque recusa os meandros das hipocrisias de salão. Dá sempre a impressão de se ter esquecido de se enfeitar.

Na realidade, o « Capricórnio » só usa o espaço que lhe é estritamente necessário; faz poucos gestos, não sobe o tom de voz. Não querendo trocar palavras fúteis e inúteis, fala pouco e só se o interrogam. Mas não existe nele severidade, e não censura os que agem de outra maneira. O seu sorriso é tão claro quanto sincero.

Tem-se a impressão de que o frio característico da estação em que nasceu o habita definitivamente, e provoca uma retracção, uma espécie de gelo. Parece recusar exteriorizar-se, como, durante os dias frios, nos recusamos a sair de casa.

Como consegue o « Capricórnio » um silêncio de uma tal densidade !

Quanto amor e afeição são necessários para o fazer falar !

ASCENDENTE

Para definir o sentido da palavra « ascendente » nos textos astrológicos é necessário começar por abstrair do sentido geral da palavra.

Quando, em Astrologia, se fala da palavra « ascendente », nem por sombras se pensa nos pais e avós que terão podido transmitir certos traços característicos seus; pensa-se, simplesmente, no signo do Zodíaco que se encontra na linha do horizonte a leste do observador situado, sobre a Terra, no ponto em que o indivíduo nasceu. No momento desse nascimento, o Céu apresentava uma dada configuração; cintura zodiacal, que parece mover-se em volta da Terra, e mostrar, um a um, cada um dos doze signos em 24 horas, estava numa dada posição.

O ascendente define-se, portanto, astrologicamente falando, como o signo do Zodíaco que, no momento de nascimento do indivíduo, e no ponto em que teve lugar esse nascimento, se encontrava em ascensão no horizonte. Quem já viu o que é uma Aurora, o nascer do Sol, esse acordar da natureza, esse ímpeto que precede o dia, dá-se conta da importância que pode tomar esse signo ascendente. Ele lança na alma, no espírito do indivíduo, traços de carácter, pulsões, motivações, desejos que modificam claramente o comportamento que recebeu, em princípio, do signo sob o qual nasceu. È por isso que, decifrar a personalidade do indivíduo, o conhecimento do seu ascendente é necessário. È preciso, por consequência, poder determinar, com certa exactidão, a hora de nascimento.

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« TOURO »

A S T R O L O G I A



T O U R O

IDENTIDADE

O período do ano durante o qual se diz que o « o Sol nasce no Touro », entende-se de 21 de Abril a 21 de Maio. Durante esse período, o Sol percorre trinta graus no círculo zodiacal, indo do 31º. Ao 60º. Grau. É a segunda fase da Primavera. A vegetação, que começou a manifestar-se sob o signo do Carneiro, desenvolve as folhas e as flores, e a Natureza inteira parece querer tornar-se cada vez mais bela. O Touro é um signo de beleza, de graça, de juventude. Essa Primavera que se expande, essas florações precoces que, aliás, vão desenvolver-se e exacerbar-se até ao triunfo do Verão, marcam os nativos deste signo.

No homem zodiacal, o Touro corresponde à boca, à garganta, às vias respiratórias e às cordas vocais.

Em face do Touro, na outra extremidade do diâmetro do círculo zodiacal, círculo teórico, encontra-se o signo do Escorpião. O Escorpião interessa às funções de rejeição, excremenciais, bem como o sexo; o signo do Touro obsorve, come, prova, engole, assimila.

Opondo-se, pois ao Escorpião e à sua brutalidade, à sua complexidade, ao seu sentido da geração, de perpetuação da raça e também às suas preocupações anais, o Touro vê a vida como uma fonte de alegria, pura, como uma actividade positiva que dá, aos que a amam e a respeitam, grandes alegrias, sólidas e concretas.

Cada signo zodiacal tem o seu mito, a sua lenda, os seus símbolos, e o Touro é, nesse sentido, um dos mais ricos.

SIMBOLISMO E MITOLOGIA DO TOURO

Precisemos primeiro, que o Touro é um signo da Terra. É um signo fixo, em relação à mobilidade do signo do Carneiro, que é uma chama dançante, e aos Gémeos, que se lhe segue, e que é o mais móvel, como signo do Ar.

O períod o do Touro favorece o crescimento dos jovens rebentos e das folhagens, alimentados dos sucos do solo arável. As primeiras flores aparecem. Parece que a nota dominante é a noção de abundância, dada a verdura das árvores e a altura da relva nas pastagens. Pensa-se que o Touro é uma criatura capaz de transbordar o ímpeto da seiva e as plantas jovens em força animal. Rumina e constrói-se.

Contrariamente ao que se diz muitas vezes, este signo do Zodíaco não representa a animalidade pesada, pressionando muito poderosamente o solo rico. Placidez vegetariana, peso, e maciez de ruminante, resistente, forte vitalidade: o Touro talvez exprima isso, mas sem exagerar. Exprime mais ainda, o acordar de um instinto, a abundância e a riqueza da vida, e, acima de tudo, a beleza da Natureza e da criatura viva, em plena posse de todas as suas forças, da flexibilidade, da graça, da saúde.

A representação simbólica do signo do Touro é constituída por um disco encimado por um crescente, cujas pontas se voltam para o ar. O disco representa a cabeça do animal, o crescente o par de chifres. Outro vêem no pequeno crescente uma alusão à Lua, símbolo de fecundidade , e , no disco, o suporte concreto da vida. Outros ainda, vêem aí a antiga deusa caçadora, Diana, que levava um crescente de Lua sobre a fronte.

O Planeta que governa o signo é Vénus; os nativos deste signo são, pois, sensíveis à beleza e aos sentimentos afectivos Por outro lado, colocado igualmente sob a influência da Lua, este signo é feminino e é um símbolo de fecundidade.

Passemos agora à mitologia do Touro. Quando se fala de Mitologia, pensa-se imediatamente na antiguidade Grega. Com efeito se bem que a Antiguidade tenha conhecido outros Touros mitológicos, é da Grécia que vamos falar.

A astrologia Grega atribuía o domínio sobre o Touro a Afrodite, deusa que os Romanos chamavam Vénus. De onde vinha Vénus ? Da onda. É a lenda de Úranos (ou Úrano) , fecundando o mar primitivo e produzindo, pela união do seu sémen com a espuma, uma rapariga, Úrania-Afrodite, que nós conhecemos melhor sob o nome latino de Vénus.

RETRATO DO NATIVO DO TOURO

Nativos e nativas do signo zodiacal do Touro possuem, em todos os casos, um grande encanto pessoal. O encanto é um elemento da personalidade que se distingue da beleza, com a qual tem poucas relações. Os signos do Zodíaco não são, aliás, mais dispensado-

res de beleza que o são de inteligência. Repartem outros elementos. Involuntariamente,

os nativos do Touro têm graça nos gestos, elegância nas atitudes. Sob certas influências, secundárias, pode haver um excesso de graça, indo até à moleza: demasiada elegância, e chegando à afectação. Isto pode ser proveniente de uma certa preguiça física.

Por instinto, o « Touro » gosta das linhas flexíveis, formas arredondadas, silhuetas roliças, carne abundante, firme e fresca.

Nativos e nativas têm uma grande sensualidade, mas isso mantêm-se expresso num esti-

lo directo, radicalmente afastado de toda a perversão complicada.

O « Touro » tem a reputação de ser egoísta. E será ? De facto, somente se pode afirmar que, quando deseja qualquer coisa, faz tudo por obtê-la. Quando fixa um objectivo, faz todo por lá chegar. Não é pois um egoísmo seco, feroz e forçado; sente, simplesmente, que é um absoluto necessário ir até ao fim da sua tentativa, não recuar diante das dificuldades de qualquer ordem que elas sejam, não renunciar diante dos obstáculos. Este epicuriano está a toda a hora a pôr em jogo a sua felicidade, e teima em não a perder.

As mulheres deste signo são amorosas natas. Estão à altura de dar as maiores alegrias ao seu amante. Se este último é nativo do mesmo signo, gostará muito dos dons que lhe trazem, e das perspectivas que se abrem diante de si. Dois « Touros » em conjunto podem oferecer um ao outro toda a felicidade deste Mundo. Não precisam senão da sua companhia para experimentarem sensações inesquecíveis. Os seus encantos completam-se e adicionam-se.

Este quadro não vai sem os seus lados escuros. O Touro é ciumento. É colérico. Isso pode fornecer horríveis melodramas ou, simplesmente, belas brigas de casal, findas as quais, se entregam a cenas, de reconciliação com consolações amorosas, capazes de saldar, definitivamente, uma união se tal fosse preciso.

Através destas tempestades e destas paixões, os nativos do Touro respeitam as regras da moral em vigor; mas, no fundo da alma, talvez não lhes liguem muito, e o fazem para evitar complicações, pois não são nem uns puros nem uns idealistas.

A sua mentalidade não é simples. Sob um grande respeito exterior da moral e do « que se dirá », misturam-se neles instintos e tendências obscuras. Em certas cidades encontram-se nativos deste signo que, com a idade, exageram o seu amor das aparências morais e se tornam cheios de devoção e de boa moral, mas que são mais superficiais do que sinceros, porque os sentimentos tortuosos não os incomodam.

Vénus traz, a esta personalidade taurina, um gosto delicado, o sentido da elegância, o amor do conforto, o desejo de reunir à sua volta os elementos de um lar realmente acalmante, feliz, fácil, agradável, com beleza, calor humano, uma boa alimentação, livros de valor, boa música, tudo o que faz a vida quotidiana feliz e satisfatória para o corpo, como para o coração e o espírito.

O nativo do Touro é dotado de uma psicologia dita « Secundária ».

Significa isso, muito simplesmente, que não cede ao primeiro impulso, mas ao segundo:

Deixa a informação o tempo de se imprimir nele, deixa ao seu espírito o tempo de assimilar a informação recebida, e então deixa traduzir aquilo que sente, só então, actua. Nunca há reacção, instantânea. O « Touro » é um espírito reflectido. Mesmo nas suas cóleras, nunca cede ao primeiro impulso. Deste carácter secundário decorre, em consequência directa, uma sólida memória. Conserva fielmente todas as suas recordações. Por isso dá a impressão de ser mais reflectido do que espontâneo. Além disso, o passado é muito importante para ele.

Mantêm-se toda a vida agarrado às suas origens. Lento e respeitador de princípios, aprecia ter um emprego do tempo fixado de antemão e não gosta muito das improvisações.

No plano fisiológico, o Touro é classificado como um « Linfático -Nervoso ». O seu organismo é lento nas reacções.

Certos autores descrevem o nativo do Touro como um ser maciço, pesado, lento. Lento, é-o sobretudo psicologicamente; as suas formas são tão variáveis quanto nos outros signos; o que talvez distinga a sua fisionomia, è a importância do terço inferior da cara, da garganta, do pescoço. Se é de dominante fria, pode corresponder ao retrato de um ser lento e pesado, que se encontra por vezes; mas isso não é senão um tipo entre outros. De facto, o que o distingue é o seu gosto pelas alegrias materiais e o seu sentido artístico, que é certo.

Nas alturas de plena saúde, o nativo do Touro é consideravelmente rico em possibilidades, instalado com o seu potencial de vida, como sobre uma pilha de ouro. Corre então o risco de esquecer que para os outros a vida é menos fácil; pode tornar-se egoísta; geralmente, o « Touro » encaminha-se para essa atitude depois dos cinquenta anos. Instala-se então na fortaleza do seu conforto pessoal, como um gatarrão na sua manta e, daí, passeia um olhar indiferente sobre tudo o que não lhe diz respeito.

Os seus instintos são o tomar, atirar, captar, absorver, digerir, assimilar, fazer seu. É guloso, ávido. A presença dos planetas Marte e Júpiter no seu céu acentua essa tendência. É possessivo e ciumento.

Necessita de envolver, de atrair, de conquistar, de absorver, de encantar,

de submeter, de acumular e de reter. Chama-se a isto um « carácter oral », por alusão à boca, órgão da avidez e da gulodice; das belas palavras também. E o Touro não se priva delas.

O rosto do nativo do Touro tem muitas vezes uma forma susceptível de se inscrever num trapézio mais largo em baixo do que em cima. Os maxilares são desenvolvidos, dando importância à boca; os dentes, belos e visíveis: a fronte é larga, o nariz direito e curto, os olhos grandes e por vezes salientes, a constituição forte e sólida. Mas existem três tipos de Touro :

- O tipo « Vaca », linfático, lento, de morfologia convexa;

- O Tipo « Boi » , Tenaz, robusto, forte e mais calmo que mole;

Por fim, o tipo vivo, magro, ligeiro, nervoso e sempre superexcitado que se diferencia nitidamente dos dois primeiros.

Por vezes, no decorrer da vida, a forma física passa de um tipo a outro. Vêem-se essas mutuações.

Qualquer que seja a sua linha, o Touro desloca-se com um passo rápido e seguro, a fronte para a frente, os olhos no chão; o seu aperto de mão é caloroso, e a simpatia que sabe pôr na voz é muito sincera.

Pode acrescentar-se, para completar este retrato, que a sua pedra da felicidade é a safira, o seu dia de sorte a sexta-feira, os seus números favoráveis o 1 e o 9, a sua cor o azul, e a melhor morada para ele, um sítio calmo, se possível num terreno que lhe pertença.

ASCENDENTE

Para definir o sentido da palavra « ascendente » nos textos astrológicos é necessário começar por abstrair do sentido geral da palavra.

Quando, em Astrologia, se fala da palavra « ascendente », nem por sombras se pensa nos pais e avós que terão podido transmitir certos traços característicos seus; pensa-se, simplesmente, no signo do Zodíaco que se encontra na linha do horizonte a leste do observador situado, sobre a Terra, no ponto em que o indivíduo nasceu. No momento desse nascimento, o Céu apresentava uma dada configuração; cintura zodiacal, que parece mover-se em volta da Terra, e mostrar, um a um, cada um dos doze signos em 24 horas, estava numa dada posição.

O ascendente define-se, portanto, astrologicamente falando, como o signo do Zodíaco que, no momento de nascimento do indivíduo, e no ponto em que teve lugar esse nascimento, se encontrava em ascensão no horizonte. Quem já viu o que é uma Aurora, o nascer do Sol, esse acordar da natureza, esse ímpeto que precede o dia, dá-se conta da importância que pode tomar esse signo ascendente. Ele lança na alma, no espírito do indivíduo, traços de carácter, pulsões, motivações, desejos que modificam claramente o comportamento que recebeu, em princípio, do signo sob o qual nasceu. È por isso que, decifrar a personalidade do indivíduo, o conhecimento do seu ascendente é necessário. È preciso, por consequência, poder determinar, com certa exactidão, a hora de nascimento.


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